Thursday, January 22, 2009
A Arte que o Côa Guarda” em Trancoso
A exposição está patente no Centro Cultural da cidade até 6 de Fevereiro.Desde quarta-feira que Trancoso pode ver "A Arte que o Côa Guarda". A exposição, que mostra a arte rupestre e a arqueologia do vale do Côa, está patente até 6 de Fevereiro no Centro Cultural da cidade com painéis que reproduzem algumas das mais expressivas gravuras do Côa e através da reconstituição de um acampamento do Paleolítico. No decorrer dessas três semanas, os visitantes poderão, mediante marcação prévia, aprender na oficina de arqueologia experimental, enquanto o público mais novo poderá integrar-se nos "Pequenos Arqueólogos". in radio elmo 19-01-2009 17:48
Nesta exposição, constituída por painéis que reproduzem algumas das mais expressivas gravuras do Vale do Côa, e pela reconstituição de um acampamento Paleolítico, é dado a conhecer um dos valores histórico-arqueológicos classificados como Património da Humanidade pela UNESCO, a arte rupestre e os sítios arqueológicos do Vale do Côa. Que representam as figuras do Côa, datada de há mais de 20 mil anos? Que significado têm? Que importância têm no contexto arqueológico, documental, histórico? Que Homens teriam executado aqueles misteriosos desenhos esculpidos nas rochas xistosas do Côa? Que pretendiam representar? O visitante poderá nesta exposição conhecer, interpretar, encontrar algumas respostas e imaginar também aquilo que, na realidade, representam as Gravuras Rupestres do Côa e o trabalho de investigação que em torno delas tem sido desenvolvido, os seus actores e labor. Durante a permanência da exposição, o Parque Arqueológico do Vale do Côa assegurará, por marcação prévia, duas actividades, “Oficina de Arqueologia Experimental” e a oficina "Pequenos Arqueólogos", destinadas a diferentes públicos. Esta exposição é organizada pela Câmara Municipal da Guarda em parceria com Parque Arqueológico do Vale do Côa. in novaguarda 14-01-2009
Investigação feita no Vale do Côa editada
O património do Vale do Côa é o ponto de partida do material editado e dado a conhecer em Freixo de Numão.
As Actas do Fórum de Promoção e Valorização do Património do Vale do Côa de 2007 foram lançadas em Freixo de Numão, dando continuidade aos congressos de arqueologia promovidos na região. Este projecto, iniciado em 2001 pela Associação Cultural Desportiva e Recreativa (ACDR) local, e que conta
desde 2003 com a parceria do Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC), teve em 2007 e 2008, como parceiros organizadores, os municípios de Figueira de Castelo Rodrigo, Mêda, Pinhel e Vila Nova de Foz Côa. Segundo Alexandra Cerveira Lima, directora do PAVC, estas actas «são o espelho de uma investigação que se pretende em rede e dinâmica para a região», que quer «reflectir os diversos períodos da história, presentes no imenso território para além do PAVC». Para Maio está marcado o 5º Fórum de Valorização e Promoção do Vale do Côa, que «pretenderá abranger», o Centro e Interior Norte, «abrindo portas», para que, em 2010, «se juntem os espanhóis, que já demonstraram interesse em participar», afirmou a directora do PAVC. «Não estamos a inventar nada, apenas a estudar e a seguir a área natural que os grupos de caçadores artistas do paleolítico ocupavam, que se estende do Sabor ao Tejo e entra por Castela e Leão», disse. Os quatro volumes agora editados apresentam estudos, que vão desde a presença dos judeus, história da ocupação humana em Trás-os-Montes e Beira Interior, até à arqueologia experimental e às cerâmicas do quotidiano. António Sá Coixão, arqueólogo e dinamizador do projecto, acredita que este trabalho «só é possível com a persistência», que acabou por criar uma «credibilidade junto das entidades e da população em geral». «Toda esta dinâmica foi criada a partir de 1980, e ainda estará por contabilizar o número de mestrados e doutoramentos nacionais e internacionais que já saíram de aqui», disse António Sá Coixão. «A nível nacional, e juntamente com o PAVC, somos dos poucos que leva a sério o turismo científico, de que pouca gente fala, trazendo indivíduos de universidades, como as de Inglaterra, Espanha e França, que pagam a esses alunos para aqui vir estagiar», afirma o arqueólogo à Agência Lusa. in Guarda Digital 20/Jan/09
desde 2003 com a parceria do Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC), teve em 2007 e 2008, como parceiros organizadores, os municípios de Figueira de Castelo Rodrigo, Mêda, Pinhel e Vila Nova de Foz Côa. Segundo Alexandra Cerveira Lima, directora do PAVC, estas actas «são o espelho de uma investigação que se pretende em rede e dinâmica para a região», que quer «reflectir os diversos períodos da história, presentes no imenso território para além do PAVC». Para Maio está marcado o 5º Fórum de Valorização e Promoção do Vale do Côa, que «pretenderá abranger», o Centro e Interior Norte, «abrindo portas», para que, em 2010, «se juntem os espanhóis, que já demonstraram interesse em participar», afirmou a directora do PAVC. «Não estamos a inventar nada, apenas a estudar e a seguir a área natural que os grupos de caçadores artistas do paleolítico ocupavam, que se estende do Sabor ao Tejo e entra por Castela e Leão», disse. Os quatro volumes agora editados apresentam estudos, que vão desde a presença dos judeus, história da ocupação humana em Trás-os-Montes e Beira Interior, até à arqueologia experimental e às cerâmicas do quotidiano. António Sá Coixão, arqueólogo e dinamizador do projecto, acredita que este trabalho «só é possível com a persistência», que acabou por criar uma «credibilidade junto das entidades e da população em geral». «Toda esta dinâmica foi criada a partir de 1980, e ainda estará por contabilizar o número de mestrados e doutoramentos nacionais e internacionais que já saíram de aqui», disse António Sá Coixão. «A nível nacional, e juntamente com o PAVC, somos dos poucos que leva a sério o turismo científico, de que pouca gente fala, trazendo indivíduos de universidades, como as de Inglaterra, Espanha e França, que pagam a esses alunos para aqui vir estagiar», afirma o arqueólogo à Agência Lusa. in Guarda Digital 20/Jan/09Guerra química foi usada no tempo dos romanos
Arqueologia. Uma pilha de corpos encontrada nas ruínas de Dura-Europos, uma fortaleza romana nas fronteiras orientais do império, sugere que os atacantes persas usaram cristais de enxofre, cuja queima produziu gases tóxicos. A manobra pode ter decidido o destino trágico da cidadeLocal foi descoberto por acaso nos anos 30 do século passadoSoldados romanos que morreram num violento combate no terceiro século da era de Cristo podem ter sido vítimas de gases de enxofre, naquele que será o mais antigo exemplo conhecido do uso de armas químicas. O incidente ocorreu na remota cidade de Dura-Europos, por volta do ano 256, na fronteira oriental do Império Romano. Os soldados foram mortos por persas sassânidas, cujo exército tomou e destruiu a fortaleza na margem do Eufrates.As ruínas de Dura-Europos, na actual Síria, têm sido objecto de cuidadosas escavações. Os arqueólogos descobriram túneis que foram usados durante o cerco da fortaleza e que embora não tenham destruído a muralha, serviram para decidir a fase final do combate. Num dos túneis havia uma barricada, incluindo esqueletos parcialmente queimados de soldados romanos, o que levou uma primeira equipa a sugerir um colapso do túnel, o que não explicava a presença de enxofre no local.O arqueólogo Simon James, da Universidade de Leicester, avançou entretanto com uma sensacional teoria, apresentada na reunião anual do Instituto Arqueológico Americano. A posição dos corpos e os cristais de enxofre sugeriam que no combate foram produzidos fumos tóxicos.Segundo Simon James, que estuda Dura há 30 anos, os romanos mortos (ou gravemente feridos) foram deliberadamente amontoados num local onde se encontravam dois túneis escavados por cada um dos exércitos. A certa altura, talvez perante um contra-ataque romano, os persas incendiaram os corpos e deitaram ao fogo cristais de enxofre, o que produziu gases letais. Um dos guerreiros persas não fugiu a tempo.Embora não haja registos históricos da batalha, que se presume foi travada no ano 256 d.C. (mais ou menos quatro anos) sabe-se que os persas tiveram de combater a guarnição romana rua a rua. Dura-Europos era uma criação grega, na altura com mais de 500 anos. O local não interessou aos persas e foi abandonado. Os habitantes foram chacinados ou deportados.As ruínas ocupam um espaço vasto e foram encontradas por acaso nos anos 20 do século passado, quando soldados indianos do exército britânico tomaram a posição estratégica e ali escavaram trincheiras. in dn Quinta, 22 de Janeiro de 2009
Arqueologia alemã
Arqueologia alemã
Foto@EPA/Juraj Liptak/HO
Fotografia de um mamute, feito em marfim de mamute, com cerca de 35.000 anos que vai figurar na exposição "Idade do Gelo - Arte e Cultura", em Stuttgart, entre Setembro e Janeiro próximos. O estado de Baden-Wuertemberg, na Alemanha, tem muitas peças únicas desta era, que estarão presentes na exposição.
Foto@EPA/Juraj Liptak/HO
Fotografia de um mamute, feito em marfim de mamute, com cerca de 35.000 anos que vai figurar na exposição "Idade do Gelo - Arte e Cultura", em Stuttgart, entre Setembro e Janeiro próximos. O estado de Baden-Wuertemberg, na Alemanha, tem muitas peças únicas desta era, que estarão presentes na exposição.
Wednesday, November 07, 2007
IV Jornadas de Património e Museus em Vale de Cambra.
No próximo dia 15 de Novembro vão-se realizar as IV Jornadas de Património e Museus em Vale de Cambra. Trata-se de uma iniciativa da Câmara Municipal de Vale de Cambra e do Museu Municipal. Para mais informações visite: http://ocaco.net/blog/?p=306 onde poderá visualizar o cartaz e fazer download da ficha de inscrição. Participe e conheça Vale de Cambra!
Revista «al Gharb» divulga património e história do Algarve
Nova revista bimestral tem rigor académico, mas pretende ser acessível a quase todos os públicos. Número zero já circula. Não acaba de chegar às bancas porque é gratuito, mas já circula pelo Algarve o novo magazine de reportagem e pesquisa histórica. O número zero da «al Gharb» data de Setembro e a distribuição é apoiada pelo Instituto Português da Juventude e pela direcção regional de Educação do Algarve, embora só agora o título tenha conquistado o passa palavra entre os entusiastas da reportagem. A revista é dirigida por Carlos Campaniço, especialista em Cultura Árabe e Islâmica, que assina o texto de abertura dedicado ao castelo de Silves. Essa é, aliás, a linha editorial da revista, cujos conteúdos remetem sempre para a região do Algarve e estão a cargo de estudiosos, académicos e profissionais da imagem. No número zero da publicação encontram-se participações do antigo comissário da Faro Capital Nacional da Cultura António Rosa Mendes, que assume também a coordenação do conselho editorial da publicação. Com forte aposta na fotografia, a «al Gharb» trouxe para o número inaugural artigos sobre o património natural do Algarve, onde não faltam destaques à Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, à praia do Barril ou à serra de Tavira. No «menu» de artigos encontra-se ainda um extenso texto dedicado à história do Sanatório de São Brás de Alportel, havendo também espaço para uma investigação sobre a arquitectura tradicional da região e os morabitos islâmicos. Segundo o director da «al Gharb», a revista pretende mostrar o património cultural, histórico-antropológico e natural do Algarve e ambiciona «a excelência» nos conteúdos visuais. «Não querendo ser uma revista com uma linguagem demasiado científica ou académica, pretendemo-la acessível a todo o cidadão interessado ou aos jovens em formação», diz Carlos Campaniço. O número zero da revista tem uma tiragem de 1000 exemplares e conta o timbre da Gente Singular Editora, sedeada em Olhão. in barlaventoFriday, October 12, 2007
5º Encontro de Arqueologia do Algarve
25 a 27 de Outubro de 2007 - Sala de Colóquios da Fissul
Objectivos- Divulgação dos trabalhos arqueológicos de maior relevância ocorridos na região do Algarve no biénio de 2006/2007- Promoção do debate científico relativo a problemáticas relacionadas com a actividade arqueológica no contexto geográfico do Algarve- Sensibilização para a promoção social da actividade arqueológica e valorização do património arqueológico
Entidades Organizadoras- Câmara Municipal de Silves- Universidade do Algarve- Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, I.P.
Comissão Científica- José d'Encarnação - Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto- Manuela Martins - Universidade do Minho- Helena Catarino - Universidade de Coimbra
Comissão Executiva- Maria José Gonçalves - Câmara Municipal de Silves- António Faustino Carvalho - Universidade do Algarve- Pedro Barros - Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, I.P.
Programa e Ficha de Inscrição (pdf 0,8Mb)
Programa Detalhado (pdf 3,5 Mb)
Objectivos- Divulgação dos trabalhos arqueológicos de maior relevância ocorridos na região do Algarve no biénio de 2006/2007- Promoção do debate científico relativo a problemáticas relacionadas com a actividade arqueológica no contexto geográfico do Algarve- Sensibilização para a promoção social da actividade arqueológica e valorização do património arqueológico
Entidades Organizadoras- Câmara Municipal de Silves- Universidade do Algarve- Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, I.P.
Comissão Científica- José d'Encarnação - Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto- Manuela Martins - Universidade do Minho- Helena Catarino - Universidade de Coimbra
Comissão Executiva- Maria José Gonçalves - Câmara Municipal de Silves- António Faustino Carvalho - Universidade do Algarve- Pedro Barros - Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, I.P.
Programa e Ficha de Inscrição (pdf 0,8Mb)
Programa Detalhado (pdf 3,5 Mb)
Tuesday, October 09, 2007
Artigos Relacionados Com A Gestão Do Património Arqueológico
01. Carta Internacional do ICOMOS sobre a Protecção e a Gestão do Património Cultural Subaquático [aqui]
02. Monte Molião, Lagos: intervenção de emergência (1998) e problemas da gestão do património em sítios arqueológicos classificados [aqui]
03. CNN) -- As U.S. troops prepare for a potential war in Iraq, an international coalition of archaeologists, lawyers, researchers and art collectors believe some of the world's most important archaeological sites are at risk. [aqui]
04. American Journal Of Archeology -- The Protection and Preservation of Iraq\'s Archaeological Heritage, Spring 1991–2003 [aqui]
05. US occupation damages ancient sites at Babylon [aqui]
02. Monte Molião, Lagos: intervenção de emergência (1998) e problemas da gestão do património em sítios arqueológicos classificados [aqui]
03. CNN) -- As U.S. troops prepare for a potential war in Iraq, an international coalition of archaeologists, lawyers, researchers and art collectors believe some of the world's most important archaeological sites are at risk. [aqui]
04. American Journal Of Archeology -- The Protection and Preservation of Iraq\'s Archaeological Heritage, Spring 1991–2003 [aqui]
05. US occupation damages ancient sites at Babylon [aqui]
Friday, June 15, 2007
Reporter Arqueologico
Reporter Arqueologico
Tesouros da Nação
Mestrado em Arqueologia - Universidade do Algarve
Mestrado em Arqueologia - Especialização em Teoria e Métodos da Arqueologia Registo n.º R/190/03, publicado no Diário da República n.º 178 de 4 de Agosto de 2003
Friday, April 20, 2007
Manual de Arqueologia Pré-Histórica - N.F. Bicho
Edições 70 - Colecção Compêncio
O presente Manual de Arqueologia Pré-Histórica, após as obras de Abel Viana e de Louis Fredéric publicadas na década de 60, é o primeiro compêndio de Arqueologia em português. O livro apresenta, em 15 capítulos, a história, teoria e métodos utilizados em Arqueologia, incidindo sobre áreas específicas como a escavação e prospecçőes arqueológicas, métodos de datação - entre muitos outros o radiocarbono e as séries de urânio -, fenómenos da formação dos sítios arqueológicos e tafonomia, a reconstruçăo paleoambiental, a zooarqueologia e a análise de artefactos cerâmicos e líticos da Pré-história. Utilizando exemplos portugueses na aplicação destes métodos, o livro constitui uma ferramenta fundamental para todos os interessados, estudantes e profissionais de Arqueologia.
Tuesday, April 17, 2007
D. Sebastião MITO AMEAÇADO
Carlos d’Abreu (Guarda) e Emílio Rivas Calvo (Salamanca) dizem ter o que precisam para acabar de vez com o mito sebastiânico, assente na ideia de que “ ele não terá morrido no campo de batalha, mas antes, desonrado pela derrota, terá partido e andado a vaguear por aí”, referiu Carlos d’Abreu. O resultado das investigações será publicado em Maio, na Revista Cultural ‘Praça Velha’, da autarquia da Guarda.A investigação começou em 2003, estava Carlos d’Abreu de férias em Ceuta e o historiador português recorda uma primeira reacção de grande reserva, mas, no Archivo General de Simancas (Espanha), com a ajuda do investigador espanhol, confirmou a autenticidade dos “documentos relacionados com a entrega do corpo do monarca português”. A dupla de historiadores teve acesso a vários documentos de época que testemunham o processo pós-morte do monarca na batalha de Alcácer Quibir, destacando três: a acta da entrega do corpo em Ceuta e a sua deposição no Mosteiro da Santíssima Trindade, a confirmação da chegada do cadáver a Ceuta, e o agradecimento de D. Henrique a Filipe II por “tudo o que fez pela recuperação do corpo”.Habituado a ver no túmulo dos Jerónimos o vazio simbólico do mito, Carlos d’Abreu defende que “se a ciência nos dá essa possibilidade, porque razão havemos de continuar a alimentar o mito?” O REI D. Sebastião morreu a 4 de Agosto de 1578 em Marrocos, em plena Batalha de Alcácer Quibir, de que resultou a derrota do exército português frente aos mouros. A História reagiu à desonra da derrota com a imortalidade do rei a quem poupou da morte com um desaparecimento a que nem faltou dia de nevoeiro...
in CM.
Património

Património e Identidade num Contexto de Glocalização [resumo] [texto PDF] 650 kb
por Marta Anico e Elsa Peralta
A Identificação do Forte Português em Quíloa ou, como uma escavação arqueológica pode proporcionar resultados opostos às conclusões do seu autor [resumo] [texto PDF] 1095
por Marta Anico e Elsa Peralta
A Identificação do Forte Português em Quíloa ou, como uma escavação arqueológica pode proporcionar resultados opostos às conclusões do seu autor [resumo] [texto PDF] 1095
in Almadan Online http://almadan.cidadevirtual.pt/
Archeonews in www.Stonepages.com
Early humans in Japan produced stone tools
Humans may have trekked up a mountain 35,000 years ago in what is now Tochigi Prefecture (Japan) to dig up raw obsidian ore to process into stone tools, archaeologists say. Trapezoid stone tools unearthed on Mount Takaharayama in the prefecture will shed light on early human history in Japan, they added. The tools indicate human beings at the start of the Upper Paleolithic Era (roughly 35,000 years ago) were already 'mining' raw stones to produce tools, not just picking them up off the ground, the researchers said. Previous finds had led experts to believe such mining started in the more recent Jomon Period, from 13,000 years to 3,000 years ago. Archaeologists Takashi Tamura and Sadakatsu Kunitake first found the stone tools in 2005 on the 1,795-meter mountain straddling Yaita and other municipalities. Tamura heads the Department of Historical Sciences at the Natural History Museum and Institute, Chiba, and Kunitake is a lecturer at Josai University in Saitama Prefecture. A panel formed by the Yaita city board of education conducted a full-scale research dig at the mountain in October 2006. The team collected 441 stone relics from valley cliffs around the ridges at about 1,400 meters. Of the pieces found, eight are judged to be trapezoid stone tools used by early humans to cut, poke or shave other items. Akira Ono, a professor of archaeology at Tokyo Metropolitan University, headed the panel. "Judging from their type, the processing and where they were found, these must be trapezoid tools" like ones typically found in loam layers in the Kanto region that date back 35,000 to 40,000 years ago, he said. The discovery indicates those who made the tools had developed the high intellect needed to check, screen and process the obsidian into tools on the spot, the researchers say. Also, knowing where to find the obsidian in the vast Kanto plain, where there are few sources of ore, also indicates their intelligence, Tamura said. "To understand and share such information, they had to use language," he said. Source: Asahi (13 April 2007) http://tinyurl.com/ywzrbr
Statue found in ancient Iranian grave
Archeologists have unearthed an ancient statue which was buried as if to represent a corpse, shedding new light on Iran's Iron Age (between 1400 and 550 BCE). The archeologists uncovered the ancient statue along with several pottery objects and human bones in the province of Qazvin on a mountain near the township of Abyek. "The new discovery could lead us to further questions concerning the burial methods of Iron Age man," a member of the excavation team told reporters. Experts believe that humans took special care of their dead during the Iron Age and had sophisticated burial ceremonies. Source: Press TV (11 April 2007) http://tinyurl.com/ypuwp3
3000-year-old Iranian cemetery to be excavated
By improving of climatic conditions in mountainous regions of Iranian Lorestan province, archeologists are determined to resume their excavations in Babajilan 3000-year-old cemetery, located in this province. Illegal excavation has already posed real harm to this site. "Since a large destruction have been posed to Babajilan historical cemetery due to activities of illegal diggers, an archeology team has been dispatched to the area by getting the approval of Iran's Cultural Heritage and Tourism Organization (ICHTO). However due to inappropriate climatic condition of the area and heavy rains and snows in the mountainous regions of Lorestan province, the excavations were wrapped up incomplete to be picked up later. During previous excavations archeologists succeeded in gathering some historical relics which were remained from plunders in the area," said Ata Hassanpour, archeologist of Lorestan's Cultural Heritage and Tourism Department. Location of Babijilan in a mountainous region in Lorestan province has made the accessibility to this historical cemetery very difficult, which is why preservation of this cemetery against possible damages caused by illegal diggers is so difficult. According to Hassanpour, the archeology team hopes to rescue the remains of historical relics which have been survived. "Bronze daggers, jars and earthen relics were among the objects which have been gathered in this historic site", added Hassanpour. Source: CHN (9 April 2007) http://tinyurl.com/yo3qr3







